Prospecção para quem faz site
Ache quem precisa
de um site.
O Faro procura negócios locais no Google Meu Negócio, separa quem não tem site — ou tem um ruim —, dá nota no que existe e escreve a proposta. Você revisa e manda pelo WhatsApp.
Como funciona
- 01
Diga o ramo e a cidade
Dentista em Ourinhos, pizzaria em Teófilo Otoni, advogado em três cidades de uma vez. Ele varre o Google Meu Negócio e traz nome, telefone, avaliações e site de cada um.
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Veja quem tem a maior lacuna
Cada negócio recebe uma nota de oportunidade de 0 a 100: quem não tem site, quem só tem Instagram, quem tem site de template. Sua fila já vem ordenada por onde vale começar.
- 03
Audite o site que existe
Quinze verificações e a medição de velocidade do Google viram uma nota de A a F, com os problemas escritos em português — não em jargão técnico.
- 04
Mande a proposta
A proposta é escrita a partir dos fatos daquele negócio, com a sua marca. Sai em link rastreado e em PDF. Você revisa antes de mandar, sempre.
A diferença não é mandar proposta. É chegar sabendo de algo que ele não sabe.
Chega sabendo
A mensagem não começa com “tudo bem?”. Começa dizendo que o site dele tira 41 de 100 e que 7 dos 9 concorrentes da cidade já têm um. É o que separa conversa de disparo.
Não inventa número
Todo número que aparece na proposta veio dos dados daquele negócio. Se o modelo escrever algo que não está lá, o sistema tenta de novo e, persistindo, avisa você antes de enviar.
Você sabe quando ele abriu
A proposta vai como link. Quando o cliente abre, aparece no seu painel — que é a hora certa de ligar.
Nota que ninguém inventou
Se o site bloquear a análise, a nota fica em branco em vez de zero. Um zero que ninguém mediu destrói a proposta inteira quando o cliente abre o site na sua frente.
A primeira busca leva menos de um minuto.
Escolha um ramo que você já atende e a sua cidade. Em pouco tempo você vê quantos negócios ali ainda não têm site — e quem são.
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